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sábado, 23 de outubro de 2010

Embalagens estilizadas e ousadas


A Coca-Cola patrocina o Festival Folclórico de Parintins desde 1995, e desde lá tem lançado várias embalagens comemorativas para a festa.

A marca encontrou um problema sério para alcançar os consumidores durante o festival, que foi a própria divisão dos participantes em dois grupos: os que usam vermelho e ignoram os azuis, e os que usam azul e vêem no vermelho uma cor proibida.

Os seguidores do boi Caprichoso, representado pela cor azul, não consumiam Coca-Cola por causa da cor da embalagem da bebida. Pior ainda, se apegavam à rival Pepsi, que coincidentemente tinha latas azuis.

A solução veio com uma decisão inédita em mais de 100 anos da companhia norte-americana: a regionalização do refrigerante, com o lançamento de uma lata de Coca-Cola na cor azul para contemplar também os torcedores do Boi Caprichoso.
Saibai mais em: www.portalexame.com.br

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Construa Relacionamento com o seu cliente

Você se lembra da Campanha Real Beleza, da Dove?

Ela não fez um vídeo para vender sabonete, fez um vídeo para iniciar uma conversa sobre o real conceito de beleza. Um início de relacionamento com o mercado.

É engraçado, mas existem estratégias de vendas e propagandas que parecem não ser aplicadas desde o início. Parece que as pessoas esquecem que antes do casamento, vem o namoro.


O valor por um produto/serviço, não se gera em uma primeira visita e principalmente em um e-mail marketing. Valor é muito mais que preço baixo ou fazer uma bela propaganda. Valor tem a ver com segmentação (e o que é valor para um, pode não ser para o outro), tem a ver com credibilidade, segurança e desejo.

Ah! Vale lembrar que a propaganda enviada através de e-mail marketing, não é simplesmente copiar o anúncio de revista e colar em JPGE no corpo do e-mail. Um bom e-mail marketing, chama-se newsletter. Pode ter imagem para deixá-lo mais agradável, mas toda a sua estrutura deve ser em HTML, senão, acabam caindo direto para o lixo eletrônico.

Não tente vender nada, construa relacionamentos. A venda acontecerá naturalmente.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Branding: Sua marca corporativa nas mídias sociais.

Hoje, analisando e pesquisando sobre marcas corporativas em mídias sociais, fiquei curiosa com a quantidade de marcas e opiniões diferentes sobre divulgar e como divulgar o nome da sua empresa no mercado digital.

Uma marca, mesmo sendo reconhecida positivamente, sempre terá os bons e justos consumidores e aqueles que tendem a encontrar problemas e difamar a sua marca com o marketing boca-a-boca e na web.

Quando lançamos uma marca na web é preciso um gerenciamento completo: com monitoramento, ações preventivas, açõe positivas e uma detalhada estratégia para situações de crise.

Com o acesso às redes sociais e disseminação de informações instantaneamente, o consumidor ganhou voz ativa e questiona, compara, escolhe, critica e exalta a sua opinião sobre todos os tipos de produtos ou serviços que adquire. As empresas hoje, precisam estar preparadas para encarar e reagir com um bom plano de ação para que os comentários publicados na internet, sejam vistos de forma positiva, por mais crítico que seja.

Por exemplo, o caso da LG, no Portal reclameaqui.com.br, que após inúmeras reclamações, acionou uma nota em Destaque se comprometendo a atender os problemas dos televisores com defeito e tratar do problema da melhor maneira.

A web é um canal aberto, em que qualquer pessoa tem acesso para reclamar ou comparar qualquer aspecto de uma marca, cabe a empresa saber se posicionar e estar apta para lidar com as críticas, sendo transparente com o consumidor.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Não existem mais consumidores e sim pessoas


Especialista em mídia sociais fala sobre os impactos das redes e a onda de bárbaros que invadiu as empresas trazendo junto com ela os tiranos digitais
O mundo corporativo foi invadido, por mais uma onda de bárbaros! Independente se sua empresa tem 1000 ou 2000 funcionários, ou qual seu tipo de negócio. Os tiranos digitais, a voz das ruas, da imprensa, dos colaboradores é que sua empresa deve estar nas redes sociais. Algum articulista – eu – dirá que rede social é a ciência da reputação, um local onde existem pequenos grupos! Grandes mudanças! Porém você é um gestor baseado em fatos e não argumentos, e portanto questionará. Vivemos um novo modismo? Um novo jeito de inovar? Vivemos o choque de empresas do século XX, com as empresas do século XXI?

Acredite! Sim, o carro determinou a face do século XX com a poluição, estradas e megalópoles e no século XXI, a Inovação, com as Redes Sociais e a Tecnologia como inventores de novos paradigmas, estilos de vida e novas formas de fazer negócios. Um mundo, no qual você contratará um especialista em redes sociais – seja lá, o que isso signifique - e ele te montará um plano para sua empresa inovar em rede, preencher os elos ausentes entre as comunidades da sua empresa, criar interconexões e interações, facilitar laços interpessoais, sincronizar comportamentos, comunicar informações, interconectar pessoas, influenciar o espectro completo da discussão sobre gestão de conhecimento e gestão da inovação. Resumindo, sua empresa trabalhará em rede, nas redes, sem barreiras.

Confesse, você não imaginava que era tão fácil, né? Neste mesmo dia, um jovem de sua empresa dirá a você que as Redes Sociais têm um enorme poder formador de opinião e o consumidor deixou de aguardar a informação. Ele mesmo produz conteúdo. Entregará a você uma pesquisa que constatou que mais de 52% dos consumidores nas Redes Sociais já interagiram com marcas nestes ambientes e 80% das pessoas confiam em recomendações dos amigos.

Dirá que nas redes sociais mais de 70 milhões de brasileiros tiveram acesso à web em março deste ano, estando conectados em média 23 horas por mês e 79% participam de Redes Sociais e a utilizam por mais de 6 horas e 20 minutos por mês. Então você resolve se inscrever em uma conferência sobre redes sociais e um nobre palestrante dirá que vivemos a web 3.0, a web das coisas, a web das pessoas e seus um trilhão de aparelhinhos conectados à rede mundial.

Acabou a privacidade da sua empresa? A única coisa que deve ficar escondida é o último capitulo de Lost! Tudo novo, porém sem espaço para erros. Um mundo no qual um diretor de uma grande empresa faz uma brincadeira – de mau gosto – sobre futebol, para seus 100 seguidores no Twitter e no dia seguinte é demitido.

Você comprará um livro sobre Redes Sociais e de forma leve e simples, o autor irá dizer que redes sociais são cosmopolita, universalista, desapaixonada, apartidária, não sectária, não monopolizadora. Rede Social é o valor da diversidade. Rede Social é a arte da descentralização. Rede Social é coordenação na humanidade digital. Redes Sociais são confiança, reciprocidade e intensidade da conexão! E concluirá com sutileza, nas Redes Sociais as pessoas são seminômades um local onde “O espírito pioneiro se renova”. Confesse, simples não? Confesse, neste momento você já deve estar pensando – como não pensei nisto antes!

E para colocar mais uma pimentinha, o promissor trainee dirá que a abundância nas redes é a gratuidade, liberdade e seu poder criativo. Pronto, você acaba de decidir que simplesmente todas as pessoas na sua empresa poderão navegar como, quando e por onde desejar e isso não afetará a produtividade delas, muito pelo contrário.

Mesmo quando você ler na The Economist que a Nestlé, Starbucks, BMW e Oracle estão todos tentando descobrir se a despesa de pessoal de duas a três horas no Facebook, Orkut, LinkedIn, Twitter, e demais redes diariamente, aumenta o envolvimento com o cliente ou apenas é perda de tempo.

E a salada digital irá aumentar, quando seu colega de MBA, enviar um estudo do The Future Laboratory que aponta as novas escolhas dos consumidores “Potencialismo como novo modo de vida. Pessoas não constroem mais sua existência em torno de uma só carreira. O caminho é detectar múltiplas aptidões – e explorá-las. Pense em um publicitário-gourmet-esportista, um banqueiro-piloto, em uma editora-marchande-iogue.”

Pessoas que colocam a satisfação pessoal em primeiro lugar, são green tech, cansaram de viver enlatados e das redes de segurança, são os filhos dos boomers, e desejam desenvolver plenamente potencialidades, criatividades, interesses e novas visões de mundo.

Então, você perceberá que aquele mundo da comunicação de Bombardear o consumidor, cobertura total, acertar o target, Blitz, saturação, impacto é uma linguagem da segunda Guerra Mundial! Que não existem mais consumidores, e sim pessoas desejando resgatar as raridades do mundo que as redes sociais disponibilizam, como tempo, espaço e autonomia.

Aquele conceito antigo dos P’s que você tanto estudou mudou para P de Planeta, Pessoas e de Profit (lucro). E acrescentará os 4 C’s de conteúdo, colaboração, comunidade e comércio. Evidente que tem as ilhas das controvérsias, com sua sociedade vigiada, individualista, na qual o consumo exponencial de Viagra, Botox, Red Bull e Ipads nos trouxe a sociedade imediatista.

Que no império da idiocracia 1.5 milhão de pessoas seguem no Twitter um técnico de futebol, e apenas 13.000 o #forasarney. Mas tudo bem, um dia as pessoas perceberão que podem ser web-cidadãos também. Um mundo onde nós humanos somos as mídias.

São tantas quebras de modelos, que como disse sabiamente o sociólogo José de Souza Martim, vivemos um mundo onde a grande maioria está “Sobrevivendo mais do que vivendo. Sonhando mais do que fazendo. Imitando mais do que criando”

E para melhorar sua salada digital, seu departamento de marketing dirá que a empresa deve monitorar e analisar o que foi dito sobre a empresa nas principais redes sociais, além de blogs, fóruns, chats e traçar um panorama sobre as discussões e elaborar estratégias para promover um relacionamento mais próximo com o público, para encontrar novas oportunidades de negócios. Confesse novamente, fácil, muito fácil, né!

Além disso, a partir de hoje a empresa calculará o ROA (Return over Attetion) Retorno sobre a atenção de seus clientes e fará análises elaboradas de seis graus de separação e três graus de influência dos clientes. Por que não? E agora o site da sua empresa, terá Conteúdo Fixo, Conteúdo Interativo, Conteúdo Colaborativo e Jornalismo Colaborativo. Porque afinal de contas precisamos engajar os clientes. E serão quatro tipos de conteúdo. Se for melhor em vídeo, será em vídeo. Se for melhor em áudio, será em áudio. Se for melhor em foto, será em foto. Se for melhor em texto, será em texto.

E para completar a sua equipe de Tecnologia da Informação, liderará uma corrida para a inovação com computação natural e anglicismo para todos os gostos como - Global Marketplacet Talent, User Generation Content, Web Based Collaboration, Easy to Use Tools, Common Plataforms, Internet Distribuition, Hacker Spaces, Peer Prodution e Cloud Computing são essenciais para sua empresa atuar e prosperar no século XXI. Pode confessar, nunca aquela temporada divertida em Nova Iorque te ajudou tanto a entender as palavrinhas acima, não é?

E o seu departamento de Recursos Humanos abrirá vagas para Nettweavers, Estrategista de Mídias Sociais e Evangelistas de redes sociais. Mas no final, você perceberá que isso não é nada novo! Que o ser humano nasceu em rede, Os reinos perdidos de Incas, Maias, Astecas, Persas, Egípcios acreditavam em redes sociais nas cidades e que um dia a humanidade teria suas cidades esplêndidas e sua cidades das nações.

Dirá ainda que sua empresa pode seguir o exemplo de nobres homens como Darwin, Pestalozzi, Verdi, Pasteur, Bach, Joana D’Arc, Sócrates, Colombo, Verne, JK, Beethoven, Victor Hugo, Isaac Newton, Gandhi, Madre Tereza, Chico Xavier, Gorbachev, Franscisco de Assis - fazedores e criadores de redes sociais que mudaram a forma como enxergamos o mundo. Ou seja, parafraseando Karl Max “Humanos de todo o mundo. Uni-vos. Não temos mais nada a perder a não ser o já é nosso.” A inovação não é toda história, mas é uma grande história. Onde não podemos usar velhos mapas, para descobrir novas terras.

Boa viagem.

Gil Giardelli (Especialista em mídias digitais, com 11 anos de experiência na era digital. Co-fundador da Gaia Creative, Justmail do Board da Amanaie e Startupi. Coordena os Cursos na ESPM de Ações Inovadoras em Comunicação Digital e Startups, economia criativa e empreendedorismo na era digital) HSM Online 30/04/2010

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Cultura Organizacional, os valores fazem a diferença!




Sempre soube que aprimorar o desempenho da equipe, batalhar por resultados e metas, são estratégias voltadas para a lucratividade e fortalecimento de uma marca no mercado.

Mas atualmente, me envolvi com um tema bastante visto no mercado: Cultura Organizacional. Achei pertinente dividir algumas ideias aqui no Blog para saber qual é a sua opinião a respeito desse assunto.

Quando falamos em valores compartilhados, entendo que está totalmente voltado às atitudes e comportamentos praticados pela organização, gera um potencial de influenciar as pessoas a se moldarem, de certa maneira, à Cultura da Empresa.
Quando você inicia um novo desafio profissional, logo percebe vários sinais que mostram a Cultura daquela organização. Desde o modo de se vestir, de conversar, de liderar, cobrar metas ou resultados. Quando você se identifica com esses símbolos, fica mais fácil assumir a identidade da empresa e se adaptar aos seus hábitos culturais.

Acredito que esse é um aspecto chave que pode influenciar no futuro da empresa, isto porque os talentos e clientes serão cada vez mais seletivos em suas escolhas, caracterizados pelos seus valores.

Uma organização precisa tornar a Cultura sempre viva, amadurecida e renovada. Sendo bem tratada, pode se perenizar e evoluir, transmitindo o seu saber às novas gerações. Além de que, promover a prática dos valores, cria as condições para cada colaborador responder com originalidade às situações imprevistas.


E para quem se interessar mais neste assunto, indico um livro indispensável: Walking the Talk, de Carolyn Taylor.




sexta-feira, 12 de março de 2010

Novas configurações da Propaganda

video

Após ler o artigo: “A publicidade em busca de novas configurações” de Daniel dos Santos Galindo, professor de Comunicação com o mercado da ESPM, fui até a Internet fazer uma breve busca sobre a evolução da propaganda e marketing.

A publicidade é uma atividade profissional dedicada à difusão pública de idéias associadas a empresas, produtos ou serviços, especificamente, propaganda comercial, segundo Wikipedia.
A propaganda é para divulgar o produto, que diferente de publicidade que é vender o produto.
De qualquer forma a internet mudou esses conceitos, ampliou na verdade. Pois agora, fica muito mais fácil propagar uma ideia. A internet potencializou demais este conceito.
Posso citar, por exemplo, a evolução da propaganda através do vídeo postado acima e que baixei pelo You Tube.

- 10.000 antes de cristo – O “homem” se comunica através de inscrições nas paredes das cavernas.
- 2700 antes de cristo – Os egipcios inventam o Alfabeto.
- 1439 depois de cristo – A máquina para impressão a vapor de Guttemberg é inventada.
- 1920 depois de cristo – o rádio é inventado.
- 1960 depois de cristo A TELEVISÃO é inventada: Com imagens a TV mudou a forma de se comunicar, drasticamente. E com isso ganhou-se dinheiro.
- 1990 depois de cristo – A INTERNET foi inventada: Naquela época era apenas o email e sites estáticos, comunicação unilateral, sem grandes (ou nenhuma interação ) Ainda chegávamos em casa e sentávamos na frente da TV.
Hoje as coisas são diferentes, hoje estamos na internet enquanto “vemos” televisão. Pesquisamos, lemos blogs, postamos fotos e temos a experiência de compartilhar o que estamos fazendo, através das redes sociais.
Essas novas tecnologias exigem uma nova forma de se comunicar, por exemplo: Se você tiver uma grande ideia você cria um vídeo, o que antes era muito caro, para uma pessoa comum veicular na televisão, certo?

Com essas novas ferramentas (youtube, por exemplo) fica muito mais fácil de compartilhar esta ideia e se esta ideia for brilhante, a repercussão desta sua ideia realmente pode se espalhar para muitas pessoas.
Quando você vê uma ideia brilhante, alguma coisa dentro de você muda, como se fosse uma chave e você precisa compartilhar isso com outras pessoas e existem muitas ferramentas que tornam isso possível (delicious, digg, email, facebook)
Assim, seu video, sua ideia brilhante vai criando uma nova maneira de comunicar e interagir. Onde pessoas comuns podem ter audiências maiores que programas de TV.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Bate bola sobre Mídias Sociais

Gostaria de dividir com vocês algumas informações referente ao meu ponto de vista sobre as Mídias Sociais.


- O nível de produtividade a implantá-la.

As midias sociais é uma forte tendência no mercado. O simples fato de uma empresa trabalhar com um site, já está incluida em midia social.
Quando se trata de mídias sociais em ambientes corporativos, 51% dos executivos temem a redução da produtividade, enquanto 49% alegam que podem afetar a reputação da empresa. No entanto, 81% reconhecem que estas mídias podem melhorar o relacionamento com clientes e a imagem da sua marca, 69% as consideram úteis para o recrutamento, para atender clientes (64%) e para melhorar o clima organizacional (46%).


Para uma empresa iniciar a implantação em redes sociais é necessário planejar. Escolher as pessoas que querem atingir, os objetivos, a estratégia de comunicação e por último escolher a tecnologia. A midia on-line apresenta resposta direta aos anúncios, aumento de mailling, contatos sociais e possibilidade de ampliação de clientes.


Um Levantamento mostrou que “campanhas on-line partindo de blogs ou outras redes sociais podem ter um impacto 500 vezes maior do que se as mesmas partissem dos sites das próprias empresas”.

As Midias sociais em empresas tornam-se favoráveis para complementar também a busca por candidatos. Uma vez que as pessoas se cadastram em sites de relacionamento social (seja blogs, orkut, facebook, Linkedin, etc.) ficam visivel para qualqurer pessoa ter acesso ao seu perfil, inclusive as empresas. A produtividade para trabalhar com midias sociais pode ser em diversos casos muito positivo, para valorizar ainda mais a escolha ao contratar um candidato e apresentar aos recrutadores um perfil verdadeiro dos candidatos, complementando a escolha.


- O departamento de recursos humanos passou a recrutar por esses meios?
Estamos assistindo o crescimento da Web 2.0, onde verificamos a intensa utilização de mídia social e redes sociais. Os profissionais de RH e principalmente os que trabalham como assessores ou consultores estão em frente a benefícios muito mais completo do que possa parecer. Em um programa estatístico de cadastramento de candidatos, muitas vezes pode não apresentar as informações completas dos perfis dos candidatos. Uma forma para complementar o filtro de seleção é buscar mais informações em redes sociais. Alguns candidatos já adquirem em seu curriculo o endereço de um Blog, por exemplo, isso pode ser muito positivo se o candidato focar as publicações voltadas em como ele quer ser visto pelo mercado. Por se tratar de uma página pessoal, a pessoa pode expressar nela tudo o pensa em relação a variados assuntos. Assim, avaliar o blog de um candidato significa entrar em contato com diversas característiscas.

Algumas empresas já adquirem a busca de candidatos 100% em midias sociais. Eu mesma já tiove a oportunidade para uma entrevista através do Linked In. Cria-se uma rede de relacionamentos profissionais em que as vagas são expostas, os próprios candidatos ou empresas entram em contato para agendar uma entrevista direta, caso tenham interesses. Acredito que seja uma tendência cada vez maior nas empresas.


- Brasil x Estados Unidos nas Mídias Sociais.
As midias sociais cresce a cada ano, no Brasil mais de 75% das pessoas já utilizam perfil em midias sociais, enquanto nos EUA 43%.
Nos EUA, 23% das empresas já utilizam midias sociais como ferramenta de recrutamento e 30% das midias sociais já são parte da estratégia do negócio e da operação.
No Brasil a rede mais popular é o Orkut, mais de 20 milhões de usuários.

Ainda pouco popular do Brasil, o Facebook é o mais utilizado mundialmente com aproximadamente 34% dos usuários.
Depois estão o My Space com mais de 28%, You Tube com mais de 9% e Twitter com aproximadamente 2%.Uma tendência para 2010, é que as redes sociais perderão espaço para os blogs como sendo novo canal de mídia, depois midias móveis e por último mídias sociais.


Espero ter contribuido.

Eliane Zaparoli