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domingo, 21 de junho de 2009

Dicas de Max Gehringer

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É hora de pedir demissão?

Postado por: Eliane Zaparoli

Qual o momento para pedir demissão?


Sua empresa não anda mais satisfazendo suas expectativas ? O clima já não é mais tão favorável como era no começo ? Você está se sentido mal aproveitado ou alijado das melhores oportunidades ? Quando estas e outras questões começam a vir à tona em nossas cabeças, é sinal de que está na hora de mudar de emprego. Mas como identificar e saber interpretar tais sinais a fim de se conseguir tomar a decisão certa sobre continuar no atual emprego ou voltar ao mercado ?
A especialista em Recursos Humanos Susan M. Heathfield enumerou as 10 principais razões, ou indicativos, de que é chegada a hora de mudar. São pontos bem interessantes e que dizem respeito diretamente ao dia-a-dia profissional de cada um de nós. Saber avaliar corretamente nossos interesses em relação à Empresa (e vice-versa) é tão importante quanto decidir sobre uma nova oportunidade.


As 10 razões são as seguintes:


1- A Empresa apresenta um quadro de constante decadência
Altos e baixos todas as companhias experimentam, mas se a sua Empresa não apresenta sinais de melhora e sim uma tendência a continuar caindo então comece a se mexer para mudar. Quando inicia-se a temível fase de perder clientes, negócios e consequentemente receita na maioria dos casos a falência é quase certa.

2 - Desgaste excessivo da relação com a gerência
Manter uma boa relação profissional com os superiores imediatos não é uma coisa muito simples de se fazer. Quando existem afinidades, obviamente tudo fica mais fácil mas quando existem divergências profundas quanto a pontos de vista que são peça chave para o negócio, a tendência é se criar uma cisão que se agrava com o passar dos anos até que a convivência se torne insuportável. Uma vez que acaba a relação de confiança que deve existir entre líder e colaborador, dificilmente as coisas podem voltar a serem consertadas. Portanto, para evitar maiores transtornos, o ideal é mudar.

3- Mudanças pessoais
Sua vida mudou, você agora tem família, resolveu ter filhos e a sua companhia não lhe oferece os benefícios condizentes com sua nova situação ? É hora de renegociar. Se você tiver certeza de que nada vai mudar em relação á isso, procure uma Empresa que lhe ofereça um plano de benefícios que se encaixe nas suas necessidades.


4- Valores incompatíveis com a cultura da Empresa
Toda Empresa tem seu jeito peculiar de trabalho. A este conjunto de normas, procedimentos e processos internos convencionamos chamar de "Cultura da Empresa". Se as práticas utilizadas em sua Empresa batem de frente com seus próprios valores pessoais, então procure um lugar onde os valores nos quais você acredita sejam considerados. Atualmente, as companhias comandam programas de melhoria contínua ouvindo seus funcionários a fim de proporcionar a todos um ambiente satisfatório, no entanto, se as discrepâncias forem por demais relevantes é melhor mudar de ares do que deixar este descontentamento influenciar na qualidade de seu trabalho.

5- Ah, perdeu a graça...
O principal fator que nos faz levantar da cama pela manhã e encarar mais um dia de luta é gostar do que fazemos. Quando trabalhamos em algo que gostamos, encaramos nosso trabalho não como uma obrigação mas sim como uma atividade prazeirosa. Se você deixou de sentir isso e reconhece que não existem perspectivas de mudanças no horizonte, então é hora de pegar a estrada.


6- Quando morre a ética
Sua Empresa resolveu mudar o foco, e agora costuma mentir para os clientes, roubar informações dos concorrentes ou começou a se envolver em negócios obscuros então é hora de repensar seus conceitos. Como funcionário, você representa a companhia onde quer que você vá portanto, a imagem que farão de você como profissional será, invariavelmente, a mesma que se tem de sua Empresa. Se o seu código de ética pessoal conflitar com as práticas de seu empregador, então vá jogar em outro time.


7-Mudança de comportamento
Por algum motivo seu comportamento e agora ele não se encaixa mais no perfil que a Empresa procura. Os motivos podem ser os mais variados : faltar dias demais, chegar atrasado sempre, deixar de cumprir prazos. Isto pode acontecer sem nem ao menos percebermos, quando por exemplo, problemas alheios à nossa vontade nos fazem mudar. Antes que sua reputação seja manchada, procure um novo lugar onde as cobranças se adequem ao seu perfil.

8- Desentendimentos internos
Trabalhar em equipe exige um alto nível de tolerância e respeito mútuo. No momento em que você ultrapassa estas linhas, acaba por tornar o relacionamento com seus colegas insustentável e e isso coloca em cheque todo o resultado final do trabalho. Se uma boa conversa em grupo não resolver, comece de novo em outro lugar, mas antes pense bem no que pode ser melhorado em você para que isso não volte a acontecer.


9- Stress, muito stress
Se o seu trabalho lhe toma tempo demais e começa a afetar sua vida pessoal, sua saúde e seu bem estar então está mais do que na hora de mudar. A sua saúde e sua sanidade mental são seus bens mais preciosos. Tenha em mente que você é apenas uma peça, substituível como qualquer outra e que nenhum sacrifício que fizer, por maior que seja, irá impedir que você um dia seja cortado apenas por que seu chefe resolveu fazê-lo. Trate de mudar, procurar uma oportunidade em uma Empresa que lhe proporcione condições de trabalho menos estafantes.


10 -Acabaram os desafios
A décima razão, como não podia deixar de ser, é a mais importante de todas : Você deixou de ser desafiado. Sua atividade não lhe impõe nenhuma necessidade de aprender coisas novas, você estagnou. Mexa-se ! O mercado continua em movimento lá fora, uma vez que você pára no tempo se desvaloriza e perde seu lugar ao sol. Lembre-se que subir degraus, muito mais do que uma necessidade, é um dever. Procure uma Empresa que lhe imponha novos desafios e que disponibilize a reciclagem constante de seu conhecimento.


(*)Fonte:About.com

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Glossário de marketing direto

Olá,
No dia a dia, no escritório, na reunião, na internet, pelo telefone e até em bares, em busca de Networks, usamos palavras de outras origens para valorizar nosso vocabulário. Isso, muitas vezes, apenas acontece com a intenção de mostrar sabedoria e domínio no que está dizendo.

Bom, para isso, por que não deixar alguns exemplos do que realmente significam essas palavras.

Acknowledgement: aviso ou notificação de recebimento.

Benchmarking: estratégia adotada por uma empresa que parte para o encontro de soluções através de pontos negativos e positivos dos concorrentes, observando e analisando as formas de comunicação.

Briefing: conjunto de informações sobre um determinado produto ou serviço, contendo público-alvo, histórico, estratégia, posicionamento do produto/serviço, meta desejada, desafio da comunicação, principais pontos positivos e negativos, diferenciais, observações subjetivas, entre outras, que dão base para o processo de planejamento de ações.

Broadside: peça informativa dirigida ao cliente interno/funcionário de uma empresa, também comumente chamado de colaborador, explicando a mecânica de suas atuais campanhas.

Budget: do inglês - orçamento, verba, dinheiro. “Isso está fora do meu budget” - Isso está fora do dinheiro que tenho para gastar.

Business inteligence: capacidade de análise e formatação de novas estratégias de negócios através do comportamento extraído a partir de um banco de dados.

Churn: indicador do giro da carteira de clientes durante um período. É relacionado à perda de clientes durante um período, por exemplo, um mês ou um ano. Pode ser um índice sobre a média de clientes que ainda se tem naquele mesmo período, ou seja, quantas vezes a carteira de clientes precisa girar para que ela se mantenha em um nível de circulação definido.

Cross selling (venda cruzada): venda de produtos para um “cliente da casa”, que já consomem produtos ou serviços. O cross selling não obrigatoriamente ocorre no mesmo momento da venda principal, portanto, é diferente da venda casada. .

Deadline: último prazo para qualquer serviço em qualquer fase de execução (data fatal).

E-business (negócio eletrônico): termo aplicado aos negócios resultantes do uso da tecnologia digital e da internet.

E-commerce: termo inglês que significa comércio eletrônico, ou seja, o comércio de produtos/serviços realizado através da Internet.

Fee: parte da remuneração típica entre agências e clientes. Geralmente trata-se de um valor fixo mensal, pré-negociado como pagamento do cliente à agência pelo fornecimento de um pacote mensal de serviços.

Heavy-user: consumidores de alta freqüência/volume de compra, ou principais consumidores de um determinado produto ou serviço.

Lead: prospect que respondeu a uma ação de resposta direta, indicando interesse em comprar um produto ou serviço.

Lettershop: empresa especializada que executa as atividades operacionais da manipulação da mala direta, etiquetagem e expedição. A tendência é oferecer também serviços de personalização de cartas. Também conhecida como manipuladora.

Mailing list: listagem com nomes, endereços, e-mails e outros dados adicionais que podem ser selecionados sob vários aspectos de acordo com a capacidade e/ou segmentação do banco de dados.

Self-mailer: formato de mala direta onde a peça é o seu próprio envelope.

http://www.abemd.org.br/Glossario.aspx


quarta-feira, 3 de junho de 2009

Fornecedor e cliente real

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Imagino que relacionamento entre fornecedores e clientes, podem ter diferentes poderes de barganha e que sempre ficam no "blá blá blá" para discutir o menor preço, isso é fato.

O complicado é quando o cliente coloca o preço no trabalho (que ele acha que tem que ser), mesmo sabendo no fundo que não é o que merece, mas sim, o que ele quer pagar.

Ainda tem aqueles clientes que se "esquecem" do debriefing apresentado e quando o trabalho final é concluído, finalizado, concordado entre ambas as partes, num lindo dia, ele liga para você e pede uma "atualização" no projeto.

Isso acontece e também aconteceu comigo.

Um e-mail enorme, com várias solicitações de alterações, 2 semanas após a aprovação e entrega do trabalho finalizado.

Acredito que essa "luta" entre cliente e fornecedor nunca vai acabar.
Mas Clientes, barganhar demais, a ponto de pedir custo zero para projetos... é expertise demais né?

Por: Eliane Zaparoli Ramos